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Considera-se perecida a aeronave quando verificada a impossibilidade de sua recuperação ou após o transcurso de
No que concerne ao fretamento de aeronave, é correto afirmar:
No que concerne à Diretoria da ANAC, é correto afirmar:
Instruções: As questões de números 11 a 15 referem-se ao texto abaixo.
O desafio que nos impõem filmes de determinação e luta pela sobrevivência como Caminho da liberdade é aceitá-los pela chave factível e capacidade de nos absorver na história. Peter Weir é mais feliz neste último apelo, mas nem tanto no primeiro, ao retratar um grupo de prisioneiros de um gulag que, no início da década de 40, foge através do território russo gelado e empreende uma jornada pela Mongólia até o Tibete. Alguns chegarão, outros não.
A questão, em princípio, é trabalhar um relato verídico no registro ficcional, já que ao livro de Slavomir Rawics − com título homônimo − em que se baseia, o cineasta somou outras experiências semelhantes de prisioneiros. Sentiu-se, assim, mais livre para deixar arestas a certa imaginação e conjecturas dramáticas. Para não comprometer a saga liderada pelo jovem militar interpretado por Jim Sturgess, é preciso relevar que as limitadas condições de sobrevida nunca chegam a se esvair por completo, por obra de alguma vocação ao heroísmo também nunca bem esclarecida.
Assim, no grupo de personagens, composto por um russo escroque (Colin Farrell), um americano desiludido (Ed Harris) e a única mulher, uma jovem polonesa (Saoirse Ronan), a bandeira será muito mais de tolerância pelas diferenças sociais e crenças políticas a que se veem obrigados do que pelos instintos pessoais comuns a situações de limite. É um filme, enfim, sobre a condição de diversos e sua cooperação pela vida. Weir dá dimensão de grandiosidade quase épica ao intento, característica de parte de seu cinema, mas demonstra fragilidade ao tratar o microcosmo de seus heróis.
(Orlando Margarido. CartaCapital. Bravo! 18 de maio de 2011, p. 72)
O período corretamente pontuado é:
Instruções: As questões de números 11 a 15 referem-se ao texto abaixo.
O desafio que nos impõem filmes de determinação e luta pela sobrevivência como Caminho da liberdade é aceitá-los pela chave factível e capacidade de nos absorver na história. Peter Weir é mais feliz neste último apelo, mas nem tanto no primeiro, ao retratar um grupo de prisioneiros de um gulag que, no início da década de 40, foge através do território russo gelado e empreende uma jornada pela Mongólia até o Tibete. Alguns chegarão, outros não.
A questão, em princípio, é trabalhar um relato verídico no registro ficcional, já que ao livro de Slavomir Rawics − com título homônimo − em que se baseia, o cineasta somou outras experiências semelhantes de prisioneiros. Sentiu-se, assim, mais livre para deixar arestas a certa imaginação e conjecturas dramáticas. Para não comprometer a saga liderada pelo jovem militar interpretado por Jim Sturgess, é preciso relevar que as limitadas condições de sobrevida nunca chegam a se esvair por completo, por obra de alguma vocação ao heroísmo também nunca bem esclarecida.
Assim, no grupo de personagens, composto por um russo escroque (Colin Farrell), um americano desiludido (Ed Harris) e a única mulher, uma jovem polonesa (Saoirse Ronan), a bandeira será muito mais de tolerância pelas diferenças sociais e crenças políticas a que se veem obrigados do que pelos instintos pessoais comuns a situações de limite. É um filme, enfim, sobre a condição de diversos e sua cooperação pela vida. Weir dá dimensão de grandiosidade quase épica ao intento, característica de parte de seu cinema, mas demonstra fragilidade ao tratar o microcosmo de seus heróis.
(Orlando Margarido. CartaCapital. Bravo! 18 de maio de 2011, p. 72)
À medida que o grupo ...... em sua fuga, ...... mais acentuadas as diferenças entre seus integrantes.
As formas verbais que preenchem corretamente as lacunas da frase acima, respeitando a correlação de sentido, estão em:
Instruções: As questões de números 11 a 15 referem-se ao texto abaixo.
O desafio que nos impõem filmes de determinação e luta pela sobrevivência como Caminho da liberdade é aceitá-los pela chave factível e capacidade de nos absorver na história. Peter Weir é mais feliz neste último apelo, mas nem tanto no primeiro, ao retratar um grupo de prisioneiros de um gulag que, no início da década de 40, foge através do território russo gelado e empreende uma jornada pela Mongólia até o Tibete. Alguns chegarão, outros não.
A questão, em princípio, é trabalhar um relato verídico no registro ficcional, já que ao livro de Slavomir Rawics − com título homônimo − em que se baseia, o cineasta somou outras experiências semelhantes de prisioneiros. Sentiu-se, assim, mais livre para deixar arestas a certa imaginação e conjecturas dramáticas. Para não comprometer a saga liderada pelo jovem militar interpretado por Jim Sturgess, é preciso relevar que as limitadas condições de sobrevida nunca chegam a se esvair por completo, por obra de alguma vocação ao heroísmo também nunca bem esclarecida.
Assim, no grupo de personagens, composto por um russo escroque (Colin Farrell), um americano desiludido (Ed Harris) e a única mulher, uma jovem polonesa (Saoirse Ronan), a bandeira será muito mais de tolerância pelas diferenças sociais e crenças políticas a que se veem obrigados do que pelos instintos pessoais comuns a situações de limite. É um filme, enfim, sobre a condição de diversos e sua cooperação pela vida. Weir dá dimensão de grandiosidade quase épica ao intento, característica de parte de seu cinema, mas demonstra fragilidade ao tratar o microcosmo de seus heróis.
(Orlando Margarido. CartaCapital. Bravo! 18 de maio de 2011, p. 72)
O verbo que, empregado no texto no singular, poderia estar corretamente flexionado no plural, respeitando a concordância, está grifado na frase:
Instruções: As questões de números 11 a 15 referem-se ao texto abaixo.
O desafio que nos impõem filmes de determinação e luta pela sobrevivência como Caminho da liberdade é aceitá-los pela chave factível e capacidade de nos absorver na história. Peter Weir é mais feliz neste último apelo, mas nem tanto no primeiro, ao retratar um grupo de prisioneiros de um gulag que, no início da década de 40, foge através do território russo gelado e empreende uma jornada pela Mongólia até o Tibete. Alguns chegarão, outros não.
A questão, em princípio, é trabalhar um relato verídico no registro ficcional, já que ao livro de Slavomir Rawics − com título homônimo − em que se baseia, o cineasta somou outras experiências semelhantes de prisioneiros. Sentiu-se, assim, mais livre para deixar arestas a certa imaginação e conjecturas dramáticas. Para não comprometer a saga liderada pelo jovem militar interpretado por Jim Sturgess, é preciso relevar que as limitadas condições de sobrevida nunca chegam a se esvair por completo, por obra de alguma vocação ao heroísmo também nunca bem esclarecida.
Assim, no grupo de personagens, composto por um russo escroque (Colin Farrell), um americano desiludido (Ed Harris) e a única mulher, uma jovem polonesa (Saoirse Ronan), a bandeira será muito mais de tolerância pelas diferenças sociais e crenças políticas a que se veem obrigados do que pelos instintos pessoais comuns a situações de limite. É um filme, enfim, sobre a condição de diversos e sua cooperação pela vida. Weir dá dimensão de grandiosidade quase épica ao intento, característica de parte de seu cinema, mas demonstra fragilidade ao tratar o microcosmo de seus heróis.
(Orlando Margarido. CartaCapital. Bravo! 18 de maio de 2011, p. 72)
É correto afirmar que se evidencia no texto
Instruções: As questões de números 11 a 15 referem-se ao texto abaixo.
O desafio que nos impõem filmes de determinação e luta pela sobrevivência como Caminho da liberdade é aceitá-los pela chave factível e capacidade de nos absorver na história. Peter Weir é mais feliz neste último apelo, mas nem tanto no primeiro, ao retratar um grupo de prisioneiros de um gulag que, no início da década de 40, foge através do território russo gelado e empreende uma jornada pela Mongólia até o Tibete. Alguns chegarão, outros não.
A questão, em princípio, é trabalhar um relato verídico no registro ficcional, já que ao livro de Slavomir Rawics − com título homônimo − em que se baseia, o cineasta somou outras experiências semelhantes de prisioneiros. Sentiu-se, assim, mais livre para deixar arestas a certa imaginação e conjecturas dramáticas. Para não comprometer a saga liderada pelo jovem militar interpretado por Jim Sturgess, é preciso relevar que as limitadas condições de sobrevida nunca chegam a se esvair por completo, por obra de alguma vocação ao heroísmo também nunca bem esclarecida.
Assim, no grupo de personagens, composto por um russo escroque (Colin Farrell), um americano desiludido (Ed Harris) e a única mulher, uma jovem polonesa (Saoirse Ronan), a bandeira será muito mais de tolerância pelas diferenças sociais e crenças políticas a que se veem obrigados do que pelos instintos pessoais comuns a situações de limite. É um filme, enfim, sobre a condição de diversos e sua cooperação pela vida. Weir dá dimensão de grandiosidade quase épica ao intento, característica de parte de seu cinema, mas demonstra fragilidade ao tratar o microcosmo de seus heróis.
(Orlando Margarido. CartaCapital. Bravo! 18 de maio de 2011, p. 72)
De acordo com o texto, o filme
Instruções: As questões de números 6 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O interesse de Vieira como escritor decorre do fato de ter praticado com virtuosidade incomparável a arte da palavra no estilo “conceptista” – como o denominam os manuais de literatura – e de o ter feito com objetivos práticos, porque para ele a palavra era instrumento de ação. Embora os historiadores de literatura portuguesa e brasileira considerem Vieira exemplo típico de “barroco”, ele conseguiu ser claro e convincente. Por meio das mesmas palavras e do mesmo tipo de construção, fazia-se entender tanto por homens da corte como por colonos analfabetos das aldeias brasileiras. Apesar de “barroco”, nada lhe parecia mais estranho do que o conceito da “arte pela arte”. Diante disso, um problema a nós se apresenta: como e por que um estilo literário, tido pela opinião geral como puramente artístico, só acessível aos iniciados e adequado ao gosto de cortes requintadas e de academias literárias, pode ser usado na prática cotidiana? Como e por que pode ser funcional?
(Adaptado de Antonio J. Saraiva, O discurso engenhoso. São Paulo, Perspectiva, 1980, p. 113)
Embora os historiadores [...] considerem Vieira exemplo típico de “barroco”, ele conseguiu ser claro e convincente.
Preservando-se em linhas gerais o sentido original, a frase acima está reescrita com correção, coerência e clareza em:
Instruções: As questões de números 6 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O interesse de Vieira como escritor decorre do fato de ter praticado com virtuosidade incomparável a arte da palavra no estilo “conceptista” – como o denominam os manuais de literatura – e de o ter feito com objetivos práticos, porque para ele a palavra era instrumento de ação. Embora os historiadores de literatura portuguesa e brasileira considerem Vieira exemplo típico de “barroco”, ele conseguiu ser claro e convincente. Por meio das mesmas palavras e do mesmo tipo de construção, fazia-se entender tanto por homens da corte como por colonos analfabetos das aldeias brasileiras. Apesar de “barroco”, nada lhe parecia mais estranho do que o conceito da “arte pela arte”. Diante disso, um problema a nós se apresenta: como e por que um estilo literário, tido pela opinião geral como puramente artístico, só acessível aos iniciados e adequado ao gosto de cortes requintadas e de academias literárias, pode ser usado na prática cotidiana? Como e por que pode ser funcional?
(Adaptado de Antonio J. Saraiva, O discurso engenhoso. São Paulo, Perspectiva, 1980, p. 113)
Quanto aos sinais de pontuação empregados no texto, é correto afirmar:
Instruções: As questões de números 6 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O interesse de Vieira como escritor decorre do fato de ter praticado com virtuosidade incomparável a arte da palavra no estilo “conceptista” – como o denominam os manuais de literatura – e de o ter feito com objetivos práticos, porque para ele a palavra era instrumento de ação. Embora os historiadores de literatura portuguesa e brasileira considerem Vieira exemplo típico de “barroco”, ele conseguiu ser claro e convincente. Por meio das mesmas palavras e do mesmo tipo de construção, fazia-se entender tanto por homens da corte como por colonos analfabetos das aldeias brasileiras. Apesar de “barroco”, nada lhe parecia mais estranho do que o conceito da “arte pela arte”. Diante disso, um problema a nós se apresenta: como e por que um estilo literário, tido pela opinião geral como puramente artístico, só acessível aos iniciados e adequado ao gosto de cortes requintadas e de academias literárias, pode ser usado na prática cotidiana? Como e por que pode ser funcional?
(Adaptado de Antonio J. Saraiva, O discurso engenhoso. São Paulo, Perspectiva, 1980, p. 113)
... estilo “conceptista” − como o denominam os manuais de literatura...
O verbo que também é empregado no texto com a mesma regência do grifado acima está em:
Instruções: As questões de números 6 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O interesse de Vieira como escritor decorre do fato de ter praticado com virtuosidade incomparável a arte da palavra no estilo “conceptista” – como o denominam os manuais de literatura – e de o ter feito com objetivos práticos, porque para ele a palavra era instrumento de ação. Embora os historiadores de literatura portuguesa e brasileira considerem Vieira exemplo típico de “barroco”, ele conseguiu ser claro e convincente. Por meio das mesmas palavras e do mesmo tipo de construção, fazia-se entender tanto por homens da corte como por colonos analfabetos das aldeias brasileiras. Apesar de “barroco”, nada lhe parecia mais estranho do que o conceito da “arte pela arte”. Diante disso, um problema a nós se apresenta: como e por que um estilo literário, tido pela opinião geral como puramente artístico, só acessível aos iniciados e adequado ao gosto de cortes requintadas e de academias literárias, pode ser usado na prática cotidiana? Como e por que pode ser funcional?
(Adaptado de Antonio J. Saraiva, O discurso engenhoso. São Paulo, Perspectiva, 1980, p. 113)
Depreende-se do texto que o barroco costuma ser caracterizado como
Instruções: As questões de números 6 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O interesse de Vieira como escritor decorre do fato de ter praticado com virtuosidade incomparável a arte da palavra no estilo “conceptista” – como o denominam os manuais de literatura – e de o ter feito com objetivos práticos, porque para ele a palavra era instrumento de ação. Embora os historiadores de literatura portuguesa e brasileira considerem Vieira exemplo típico de “barroco”, ele conseguiu ser claro e convincente. Por meio das mesmas palavras e do mesmo tipo de construção, fazia-se entender tanto por homens da corte como por colonos analfabetos das aldeias brasileiras. Apesar de “barroco”, nada lhe parecia mais estranho do que o conceito da “arte pela arte”. Diante disso, um problema a nós se apresenta: como e por que um estilo literário, tido pela opinião geral como puramente artístico, só acessível aos iniciados e adequado ao gosto de cortes requintadas e de academias literárias, pode ser usado na prática cotidiana? Como e por que pode ser funcional?
(Adaptado de Antonio J. Saraiva, O discurso engenhoso. São Paulo, Perspectiva, 1980, p. 113)
A atenção que Vieira e sua obra despertam justifica-se
Instruções: As questões de números 1 a 5 referem-se ao texto abaixo.
Durante uma discussão no Studio 35, local onde os jovens pintores nova-iorquinos se reuniam no início dos anos 1950, o debate voltou-se para a questão de qual nome deveriam adotar. Seria o caso de aceitar “expressionismo abstrato”? Ou deviam inventar outro? Interrogado sobre o assunto, De Kooning respondeu com a seguinte frase: “Nomear-nos a nós mesmos é catastrófico”. Por que catastrófico? Porque a palavra, qualquer que fosse, restringiria, simplificaria, criaria obrigações e, logo, uma ortodoxia. Seria necessário, por exemplo, ser abstrato e proibir-se toda alusão figurativa a fim de merecer o título de moderno. De Kooning recusa sistemas, teorias. “Espiritualmente falando”, diz ele, “estou ali onde meu espírito me permite estar, e este lugar não é necessariamente o futuro.”
Somente essa liberdade pode lhe permitir realizar rupturas ao longo de toda a sua obra. Abstrato na segunda metade dos anos 40, ele empreende, de maneira quase clandestina, a série Mulheres. Ela dura por alguns anos, até 1955, a partir de quando De Kooning experimenta uma espécie de paisagismo gestual e alusivo. Ele não participa da querela, simplista a seu ver, contra ou a favor da figuração. A questão está em outra parte: no “conteúdo”, essa “coisa muito, muito sutil” que não se deixa definir facilmente e que não se pode capturar de imediato.
(Adaptado de Jacqueline Lichtenstein (org). A pintura. Vol 6: A figura humana. Coord. da trad. Magnólia Costa. São Paulo, Ed. 34, 2004, pp. 127-128)
No campo da pintura, o surgimento da fotografia leva vários pintores ...... refletir sobre a legitimidade de se retratar ...... figura humana e até mesmo sobre a possibilidade de se abandonar por completo qualquer representação cujo efeito artístico pretenda despertar ...... ilusão do real. Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, respectivamente:
Instruções: As questões de números 1 a 5 referem-se ao texto abaixo.
Durante uma discussão no Studio 35, local onde os jovens pintores nova-iorquinos se reuniam no início dos anos 1950, o debate voltou-se para a questão de qual nome deveriam adotar. Seria o caso de aceitar “expressionismo abstrato”? Ou deviam inventar outro? Interrogado sobre o assunto, De Kooning respondeu com a seguinte frase: “Nomear-nos a nós mesmos é catastrófico”. Por que catastrófico? Porque a palavra, qualquer que fosse, restringiria, simplificaria, criaria obrigações e, logo, uma ortodoxia. Seria necessário, por exemplo, ser abstrato e proibir-se toda alusão figurativa a fim de merecer o título de moderno. De Kooning recusa sistemas, teorias. “Espiritualmente falando”, diz ele, “estou ali onde meu espírito me permite estar, e este lugar não é necessariamente o futuro.”
Somente essa liberdade pode lhe permitir realizar rupturas ao longo de toda a sua obra. Abstrato na segunda metade dos anos 40, ele empreende, de maneira quase clandestina, a série Mulheres. Ela dura por alguns anos, até 1955, a partir de quando De Kooning experimenta uma espécie de paisagismo gestual e alusivo. Ele não participa da querela, simplista a seu ver, contra ou a favor da figuração. A questão está em outra parte: no “conteúdo”, essa “coisa muito, muito sutil” que não se deixa definir facilmente e que não se pode capturar de imediato.
(Adaptado de Jacqueline Lichtenstein (org). A pintura. Vol 6: A figura humana. Coord. da trad. Magnólia Costa. São Paulo, Ed. 34, 2004, pp. 127-128)
− A representação da figura humana sempre despertou o interesse dos artistas.
− A representação da figura humana costuma dividir os artistas em dois grupos distintos.
− Alguns artistas buscam uma beleza ideal na representação da figura humana.
− Outros artistas acreditam que a representação da figura humana deveria criar no observador uma ilusão de realidade.
As frases acima se articulam com correção e lógica em um único período em:
Instruções: As questões de números 1 a 5 referem-se ao texto abaixo.
Durante uma discussão no Studio 35, local onde os jovens pintores nova-iorquinos se reuniam no início dos anos 1950, o debate voltou-se para a questão de qual nome deveriam adotar. Seria o caso de aceitar “expressionismo abstrato”? Ou deviam inventar outro? Interrogado sobre o assunto, De Kooning respondeu com a seguinte frase: “Nomear-nos a nós mesmos é catastrófico”. Por que catastrófico? Porque a palavra, qualquer que fosse, restringiria, simplificaria, criaria obrigações e, logo, uma ortodoxia. Seria necessário, por exemplo, ser abstrato e proibir-se toda alusão figurativa a fim de merecer o título de moderno. De Kooning recusa sistemas, teorias. “Espiritualmente falando”, diz ele, “estou ali onde meu espírito me permite estar, e este lugar não é necessariamente o futuro.”
Somente essa liberdade pode lhe permitir realizar rupturas ao longo de toda a sua obra. Abstrato na segunda metade dos anos 40, ele empreende, de maneira quase clandestina, a série Mulheres. Ela dura por alguns anos, até 1955, a partir de quando De Kooning experimenta uma espécie de paisagismo gestual e alusivo. Ele não participa da querela, simplista a seu ver, contra ou a favor da figuração. A questão está em outra parte: no “conteúdo”, essa “coisa muito, muito sutil” que não se deixa definir facilmente e que não se pode capturar de imediato.
(Adaptado de Jacqueline Lichtenstein (org). A pintura. Vol 6: A figura humana. Coord. da trad. Magnólia Costa. São Paulo, Ed. 34, 2004, pp. 127-128)
... ele empreende, de maneira quase clandestina, a série Mulheres. (2o parágrafo)
Transpondo-se a frase acima para a voz passiva, a forma verbal resultante será:
Instruções: As questões de números 1 a 5 referem-se ao texto abaixo.
Durante uma discussão no Studio 35, local onde os jovens pintores nova-iorquinos se reuniam no início dos anos 1950, o debate voltou-se para a questão de qual nome deveriam adotar. Seria o caso de aceitar “expressionismo abstrato”? Ou deviam inventar outro? Interrogado sobre o assunto, De Kooning respondeu com a seguinte frase: “Nomear-nos a nós mesmos é catastrófico”. Por que catastrófico? Porque a palavra, qualquer que fosse, restringiria, simplificaria, criaria obrigações e, logo, uma ortodoxia. Seria necessário, por exemplo, ser abstrato e proibir-se toda alusão figurativa a fim de merecer o título de moderno. De Kooning recusa sistemas, teorias. “Espiritualmente falando”, diz ele, “estou ali onde meu espírito me permite estar, e este lugar não é necessariamente o futuro.”
Somente essa liberdade pode lhe permitir realizar rupturas ao longo de toda a sua obra. Abstrato na segunda metade dos anos 40, ele empreende, de maneira quase clandestina, a série Mulheres. Ela dura por alguns anos, até 1955, a partir de quando De Kooning experimenta uma espécie de paisagismo gestual e alusivo. Ele não participa da querela, simplista a seu ver, contra ou a favor da figuração. A questão está em outra parte: no “conteúdo”, essa “coisa muito, muito sutil” que não se deixa definir facilmente e que não se pode capturar de imediato.
(Adaptado de Jacqueline Lichtenstein (org). A pintura. Vol 6: A figura humana. Coord. da trad. Magnólia Costa. São Paulo, Ed. 34, 2004, pp. 127-128)
A substituição do elemento grifado pelo pronome correspondente, com os necessários ajustes, foi realizada de modo INCORRETO em:
Os avanços permitidos pela comunicação digital da informação apontam para uma tendência cada vez mais forte de fusão de várias tecnologias, hoje como distintas, tais como telefonia, sistemas de audio, televisão, computação, redes de computadores e serviços de fax, de secretária eletrônica e de mensageria. Essa fusão é conhecida no meio empresarial da área de Comunicação por
De acordo com a Lei nº 9.504, de 30 de setembro de 1997, que estabelece normas para as eleições,
A transição relativamente lenta entre a imagem e o preto é chamada, na técnica de produção em TV, de