Questões de Concurso Para médico anestesiologista

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Q690295 Medicina
A avaliação da capacidade funcional é muito valorizada na avaliação pré-operatória de pacientes cardiopatas e essa capacidade é medida em MET (equivalente metabólico). As atividades leves, como jogar baralho, usar o banheiro, caminhar dentro de casa e pendurar roupas, correspondem a que faixa de capacidade funcional?
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Q690294 Medicina
Sobre a posição de decúbito lateral com ventilação monopulmonar para uma cirurgia torácica, é correto afirmar que
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Q690293 Medicina
Na anestesia para uma neurocirurgia, é correto afirmar que
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Q690292 Medicina
Na avaliação pré-anestésica de uma criança de 2 meses, o anestesiologista verifica uma hemoglobina em nível 9,6 g/dl. Sobre essa anemia, é correto afirmar que
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Q690291 Medicina
Em um paciente sendo submetido à anestesia de bloqueio do plexo braquial por via supraclavicular, acidentalmente ocorre injeção intravascular de grande quantidade de bupivacaína. O paciente evolui com convulsões e, em seguida, com parada cardiorrespiratória secundária à toxicidade do anestésico. Após início das manobras de reanimação cardiopulmonar, qual das drogas a seguir está melhor indicada para tentar reverter a parada?
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Q690290 Medicina
O sistema nervoso parassimpático apresenta neurônios pré-ganglionares nos seguintes nervos cranianos, EXCETO no nervo
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Q690289 Medicina
Paciente jovem, sem comorbidades, vítima de queimaduras extensas pelo corpo, será submetido à cirurgia de desbridamento de pele. É realizada anestesia geral com fentanil, propofol e succinilcolina, sendo mantida com sevoflurano e atracúrio. Verifica-se após a indução, no eletrocardiograma, presença de Onda T apiculada e o surgimento de extrassístoles. A droga que provavelmente ocasionou essas alterações eletrocardiográficas e o distúrbio hidroeletrolítico relacionado são, respectivamente,
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Q690288 Medicina
Qual das drogas a seguir representa um bloqueador neuromuscular despolarizante?
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Q690287 Medicina
Em uma raquianestesia por acesso mediano, as camadas anatômicas atravessadas pelo bisel da agulha, até atingir o espaço subaracnoide, são, em ordem,
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Q690286 Medicina
São causas de hemorragia obstétrica, EXCETO
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Q690285 Medicina
Em um paciente com via aérea difícil, sem visualização das pregas vocais, tenta-se uma intubação com auxílio de fio guia. Para saber se a intubação teve sucesso, qual das alternativas a seguir representa o recurso que mais precocemente evidenciaria a intubação esofágica?
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Q690284 Medicina
Paciente foi submetido à sedação com propofol para procedimento de vasectomia (anestesia ambulatorial), tendo sido administrado midazolam, 15 mg, via oral meia hora antes do procedimento. O paciente está na sala de recuperação pós-anestésica com sinais vitais adequados, porém ainda não atingiu o nível de consciência adequado (não responde a ordens simples). Qual medicamento está melhor indicado para reverter o efeito benzodiazepínico?
Alternativas
Q690283 Medicina
Qual das alternativas a seguir corresponde ao responsável pelo efeito de sinergismo químico, conhecido como “efeito de segundo gás”?
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Q690282 Medicina
A Concentração Alveolar Mínima (CAM) dos anestésicos inalatórios encontra seu pico em qual idade?
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Q690281 Medicina
Durante a anestesia de um paciente politraumatizado grave, com choque hipovolêmico, sendo submetido à cirurgia pélvica e abdominal, o anestesiologista solicitou ao banco de sangue todos os hemoderivados necessários, porém eles estão demorando a chegar. Enquanto os concentrados de hemácias e outros hemoderivados não chegam, o profissional decide realizar expansão volêmica com uma solução coloide. Assinale a alternativa que apresenta uma solução coloide.
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Q690280 Medicina
Na reanimação cardiopulmonar sem material de suporte, a respiração boca a boca produz uma Fração inspirada de Oxigênio (FiO2 ) de, aproximadamente,
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Q690276 Direito Constitucional
De acordo com o que expressa a Constituição Federal, no que tange a participação da iniciativa privada na assistência à saúde, assinale a alternativa correta.
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Q690271 Legislação Federal
De acordo com o Estatuto Social da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), aprovado pelo Decreto nº 7.661/11, a EBSERH sujeitar-se-á ao regime jurídico próprio das empresas
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Q690263 Português

Para coibir falsificações, remédios devem ganhar “RG” até o final de 2016
       Débora Nogueira - Do UOL - 23/07/2015

 
  A caixinha de remédio como você conhece deve mudar em breve. A partir do final de 2016, deve começar a valer a lei de rastreabilidade dos medicamentos, que determina que cada caixinha será rastreável a partir de um código 2D (em duas dimensões). Estima - se que um a cada cinco medicamentos vendidos no Brasil seja falsificado, segundo a OMS.
  Essa espécie de “RG dos remédios” servirá para que as agências regulatórias como a Anvisa possam saber o caminho que um medicamento faz, desde o momento da fabricação até a comercialização. O consumidor também terá parte nisso: será possível verificar a partir do código da caixa se o remédio é verdadeiro. As indústrias farmacêuticas que operam no Brasil devem ter três lotes testes rastreáveis até
dezembro de 2015 e todo o sistema implantado até dezembro de 2016.
  Porém, há uma disputa em jogo que pode levar o prazo de adequação para só depois de 2025. As informações sobre o consumo de medicamentos de todos os brasileiros, e portanto as informações de demanda e vendas, são muito valiosas.
  Hoje, a indústria farmacêutica gasta um grande valor para obter informações sobre a venda de remédios para poder definir estratégias de marketing e a atuação dos representantes de laboratórios junto aos médicos (que podem até ganhar dinheiro e viagens pelo número de prescrições). Existem empresas que pagam farmácias para obter dados de médicos, números de vendas etc. e, então, os vendem à indústria.
  Com a lei, aprovada em 2009, toda essa informação seria passada para o governo. Mas a regulamentação feita pela Anvisa em 2013 não explicita como seriam armazenadas essas informações e quem teria acesso a elas. Apenas fica determinado que a indústria é responsável pela segurança da cadeia desde a saída da fábrica até chegar ao consumidor final.
  As redes de drogarias e farmácias, representadas pela Abrafarma (Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias), criticam o fato das farmácias terem de reportar cada venda às farmacêuticas. Com a lei da rastreabilidade, cada modificação de lugar do medicamento (da fábrica para a farmácia e farmácia para o consumidor) deve ser informada.
“Isto é um verdadeiro absurdo contra a privacidade da informação prevista na Constituição. Com todas essas informações à mão, fabricantes poderão alijar empresas, manipular preços e dominar a concorrência”, afirmou o presidente executivo da Abrafarma, Sérgio Mena Barreto, em nota.
  Além disso, as redes de farmácias pedem um prazo maior. “Mais de 180 mil estabelecimentos - entre farmácias, hospitais e postos de saúde – terão de se adequar tecnologicamente. Será uma complexa operação logística”, disse.
  Há um projeto de lei em tramitação no Senado que pede alterações no envio de informações sobre os medicamentos e propõe um prazo maior para adequação. No projeto, do senador Humberto Costa (PT), é proposto que cada membro da cadeia tenha seu próprio banco de dados, acessível pelo Sistema Nacional de Controle de Medicamentos -- para que o governo federal construa seu próprio banco de dados para armazenar e consultar todas as movimentações dos medicamentos. Junto a essa demanda, o senador pede mais 10 anos após a aprovação da lei para que todos se adequem, ou seja, o rastreamento só passaria a valer a partir de 2025. O senador afirmou que o prazo de dez anos pode não ser necessário e que o projeto de lei pode ser modificado antes de ser colocado em votação.

  A Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa), que reúne 55 empresas farmacêuticas que respondem por mais de 50% dos medicamentos comercializados no Brasil, afirma estar preparada para se adequar à lei e produzir cerca de 4 bilhões de caixinhas por ano com o código individual para o rastreamento. “Já estamos preparados para cumprir as diretrizes. A lei de rastreabilidade é muito importante não só para evitar a falsificação mas também para aumentar a transparência ao longo da cadeia farmacêutica com o recolhimento correto de tributos e o combate ao roubo de cargas”, afirmou o diretor de assuntos econômicos da Interfarma, Marcelo Liebhardt.
  Segundo a Anvisa, a adaptação não deve encarecer o produto final: “a implantação do rastreamento de medicamentos promove um retorno significativo na redução de custos de produção, de controles e gerenciamento de estoques, evitando perdas e impulsionando o processo produtivo e de disponibilização de produtos”.
Texto adaptado. Fonte: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2015/07/23/remedios-devem-ganhar-rg-ate-o-finalde-2016.htm

Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam dígrafo.
Alternativas
Q690262 Português

Para coibir falsificações, remédios devem ganhar “RG” até o final de 2016
       Débora Nogueira - Do UOL - 23/07/2015

 
  A caixinha de remédio como você conhece deve mudar em breve. A partir do final de 2016, deve começar a valer a lei de rastreabilidade dos medicamentos, que determina que cada caixinha será rastreável a partir de um código 2D (em duas dimensões). Estima - se que um a cada cinco medicamentos vendidos no Brasil seja falsificado, segundo a OMS.
  Essa espécie de “RG dos remédios” servirá para que as agências regulatórias como a Anvisa possam saber o caminho que um medicamento faz, desde o momento da fabricação até a comercialização. O consumidor também terá parte nisso: será possível verificar a partir do código da caixa se o remédio é verdadeiro. As indústrias farmacêuticas que operam no Brasil devem ter três lotes testes rastreáveis até
dezembro de 2015 e todo o sistema implantado até dezembro de 2016.
  Porém, há uma disputa em jogo que pode levar o prazo de adequação para só depois de 2025. As informações sobre o consumo de medicamentos de todos os brasileiros, e portanto as informações de demanda e vendas, são muito valiosas.
  Hoje, a indústria farmacêutica gasta um grande valor para obter informações sobre a venda de remédios para poder definir estratégias de marketing e a atuação dos representantes de laboratórios junto aos médicos (que podem até ganhar dinheiro e viagens pelo número de prescrições). Existem empresas que pagam farmácias para obter dados de médicos, números de vendas etc. e, então, os vendem à indústria.
  Com a lei, aprovada em 2009, toda essa informação seria passada para o governo. Mas a regulamentação feita pela Anvisa em 2013 não explicita como seriam armazenadas essas informações e quem teria acesso a elas. Apenas fica determinado que a indústria é responsável pela segurança da cadeia desde a saída da fábrica até chegar ao consumidor final.
  As redes de drogarias e farmácias, representadas pela Abrafarma (Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias), criticam o fato das farmácias terem de reportar cada venda às farmacêuticas. Com a lei da rastreabilidade, cada modificação de lugar do medicamento (da fábrica para a farmácia e farmácia para o consumidor) deve ser informada.
“Isto é um verdadeiro absurdo contra a privacidade da informação prevista na Constituição. Com todas essas informações à mão, fabricantes poderão alijar empresas, manipular preços e dominar a concorrência”, afirmou o presidente executivo da Abrafarma, Sérgio Mena Barreto, em nota.
  Além disso, as redes de farmácias pedem um prazo maior. “Mais de 180 mil estabelecimentos - entre farmácias, hospitais e postos de saúde – terão de se adequar tecnologicamente. Será uma complexa operação logística”, disse.
  Há um projeto de lei em tramitação no Senado que pede alterações no envio de informações sobre os medicamentos e propõe um prazo maior para adequação. No projeto, do senador Humberto Costa (PT), é proposto que cada membro da cadeia tenha seu próprio banco de dados, acessível pelo Sistema Nacional de Controle de Medicamentos -- para que o governo federal construa seu próprio banco de dados para armazenar e consultar todas as movimentações dos medicamentos. Junto a essa demanda, o senador pede mais 10 anos após a aprovação da lei para que todos se adequem, ou seja, o rastreamento só passaria a valer a partir de 2025. O senador afirmou que o prazo de dez anos pode não ser necessário e que o projeto de lei pode ser modificado antes de ser colocado em votação.

  A Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa), que reúne 55 empresas farmacêuticas que respondem por mais de 50% dos medicamentos comercializados no Brasil, afirma estar preparada para se adequar à lei e produzir cerca de 4 bilhões de caixinhas por ano com o código individual para o rastreamento. “Já estamos preparados para cumprir as diretrizes. A lei de rastreabilidade é muito importante não só para evitar a falsificação mas também para aumentar a transparência ao longo da cadeia farmacêutica com o recolhimento correto de tributos e o combate ao roubo de cargas”, afirmou o diretor de assuntos econômicos da Interfarma, Marcelo Liebhardt.
  Segundo a Anvisa, a adaptação não deve encarecer o produto final: “a implantação do rastreamento de medicamentos promove um retorno significativo na redução de custos de produção, de controles e gerenciamento de estoques, evitando perdas e impulsionando o processo produtivo e de disponibilização de produtos”.
Texto adaptado. Fonte: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2015/07/23/remedios-devem-ganhar-rg-ate-o-finalde-2016.htm

Em “Há um projeto de lei em tramitação no Senado que pede alterações no envio de informações sobre os medicamentos e propõe um prazo maior para adequação”, o termo em destaque
Alternativas
Respostas
2341: A
2342: C
2343: D
2344: E
2345: C
2346: C
2347: B
2348: A
2349: E
2350: A
2351: D
2352: C
2353: D
2354: B
2355: B
2356: E
2357: E
2358: B
2359: B
2360: C